

O mercado de automóveis no Brasil apresenta uma série de modelos de rodas, seja por estética, custo ou valor. Neste texto mostraremos as principais diferenças entre rodas de liga leve e as de aço e as suas características.
Ambas as rodas passam pelo mesmo tipo de crivo de construção. Elas geralmente são submetidas as mais variadas e severas condições para testar sua durabilidade e resistência, em todos os tipos de piso, ainda mais por aqui, com nossas ruas e estradas esburacadas.
Elas passam por testes, como choque térmico, resistência a agentes químicos e salinidade, para testar sua durabilidade. Elas ainda passam por testes de impacto, como subir, bater e raspar em guias e passar em buracos em diversas combinações de velocidade, ângulo e calibragem.
Ou seja, na prática tanto liga leve ou aço são seguras, ficando a critério do proprietário variar de aro, cor e acabamento escolhido pelo cliente na loja ou na concessionária.
A resposta é sim. Por serem mais leves do que as feitas de aço, as rodas de liga leve ajudam o carro a economizar um pouco de combustível. Isso ocorre, pois o veículo necessita de menos força para se locomover. Outro fator relevante é a diminuição de ruídos, tanto em freadas bruscas, quanto em manobras, em relação às rodas de aço.
Sim, pois o material usado (ferro ou aço) não aceita muitas alterações depois de resfriado. Elas também são mais resistentes a fortes pancadas, quebras ou amassados. Geralmente também são mais fáceis de serem consertadas por conta do desenho mais simples.
Como o desenho das rodas de aço/ferro geralmente são bem padronizados, as montadoras gastam mais com desenho das calotas. São elas quem possuem os mais diferentes estilos, desenhos, dando assim personalidade à roda e ao carro.
Geralmente sim. Em alguns casos é necessário um especialista para fazer a verificação e o reparo de forma que não comprometa a segurança e a durabilidade da roda. Antes de se iniciar um reparo numa roda de liga leve, é necessário realizar uma série de medições. Isso para verificar se o dano não empenou sua zona de contato, região central por onde passam os parafusos.
Em seguida, é feito um exame de ultrassonografia para caçar eventuais fissuras. Somente se aprovada nesses dois passos a roda é liberada para conserto. No caso de uma roda de aço/ferro, o custo de reparo se equipara ao preço de uma nova, não ficando vantajoso para o motorista.
A resposta é sim. Quando você compra um carro, você geralmente é atraído pelo seu design, então se o carro tiver belas rodas de liga leve isso vai contar pontos a favor dele.
As rodas de liga leve podem ser de série ou compradas em lojas especializadas. Mas vale lembrar que instalar peças não originais em carros 0 km pode fazer com que o veículo perca a garantia. Se o carro for usado, na hora da revenda, um jogo de rodas novas assim como de pneus podem fazer com que o valor suba consideravelmente.
Faça as revisões recomendadas pelo manual do proprietário e siga as instruções de calibragem dos pneus para evitar avarias. Na hora de fazer o balanceamento, os pesos devem ser fixados por pressão na borda do aro. No caso das rodas de liga, por estética, deve-se usar os chumbos tipo pastilha autoadesiva, colados no aro. É preciso limpar bem a área para evitar que saiam na primeira lavagem.
Caso você utilize algum tipo de solvente para tirar as sujeiras mais grossas e que não saíram na lavagem convencional, opte por fazer a limpeza com as rodas fora do carro, para que não haja danos aos componentes de suspensão e freios. Mesmo com as rodas fora do veículo, é importante enxaguar bastante para evitar que apareçam manchas. E lembre-se, ao trocar um pneu furado, em hipótese nenhuma suba na chave de roda para apertar um parafuso, faça esse processo apenas com as mãos.
Não é recomendado, até por que o carro foi projetado para utilizar aquele aro específico, e alterá-lo irá trazer problemas na suspensão e maior desgaste para os pneus. O que você pode fazer é respeitar o aro indicado pela montadora e trocar uma roda de um desenho por outro, mas sempre respeitando as medidas originais.
Em relação à troca das rodas originais por esportivas, como mencionado acima, a troca pode ser feita desde que sejam respeitados alguns fatores:
• Verificar se o tamanho da roda nova é idêntico ao do modelo original;
• O conjunto roda/pneu não deve ultrapassar os limites externos do para-lamas, portanto, se aumentar o aro será preciso diminuir o perfil do pneu;
• Analise o conforto. Rodas grandes com pneus de perfil baixo absorvem menos os impactos e podem gerar desconforto, principalmente em longas viagens;
• Os parafusos das rodas originais são diferentes dos parafusos das rodas esportivas. Fique atento as medidas e se possível, coloque parafusos antifurto;
• Verifique com a sua seguradora se é possível incluir as novas rodas à apólice de seguros;
• E o mais importante. Fique atento ao Código de Trânsito Brasileiro, se o conjunto roda/pneus ultrapassar os limites horizontais dos para-lamas dianteiros e traseiros o motorista pode ser multado em R$ 127,69 e ter o veículo retido
Isso depende. Se for por questão puramente estética, a troca e o alto custo embutido não compensa a troca. Mas se o veículo já for preparado para tal finalidade e precisa ou pode ter uma roda de aro diferente em um dos eixos, valem algumas recomendações:
• Cuidado ao instalar rodas maiores no eixo traseiro. Isso pode desequilibrar o peso total do carro, além de agravar em derrapagem ou até mesmo aquaplanagem – em pisos molhados.
• Carros mais baratos tendem a ser menos potentes. Sendo assim, se rodas maiores forem instaladas no eixo traseiro de um carro popular, pode haver perca de potência, e ainda pode fazer com que o carro gaste mais combustível.
• O tempo de troca fica menor do que rodas convencionais e de tamanho adequado.
• Verifique sempre se a calibragem dos pneus está correta, principalmente os pneus maiores. Verifique se os sulcos estão dentro do limite de segurança estabelecido pela legislação brasileira, de 1,6 mm de profundidade, do contrário, o motorista estará suscetível à infração grave, com multa de R$ 195,23 e cinco pontos na carteira.
Fonte: https://blog.jocar.com.br/curiosidades-e-mitos-sobre-rodas/
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